Frases do livro ‘A Voz do Silêncio’, H. P. Blavatsky

Elena Petrovna Blavatskaya 30 de julho - 31 de julho de 1831 (c. juliano) (12 de agosto de 1831 (c. gregoriano)) - Londres, 8 de maio de 1891), mais conhecida como Helena Blavatsky ou Madame Blavatsky, foi uma prolífica escritora, filósofa e teóloga da Rússia, responsável pela sistematização da moderna Teosofia e co-fundadora da Sociedade Teosófica. 
'A Voz do Silencio', e uma obra de ensinamentos teosoficos, e traz uma reuniao de dados retirados de outros livros funcionando como um apelo aos sentidos da natureza humana.

A Voz do Silêncio

“Aquele que quiser ouvir a voz de Nada, o Som sem som, e compreendê-la, terá de aprender a natureza do Dharana”

H. P. Blavatsky


“A Mente é a grande assassina do Real.
Que o discípulo mate o assassino”

H. P. Blavatsky


Calmo e impassível, o peregrino vai até ao rio que conduz ao Nirvana. Ele sabe que quanto mais os seus pés sangrarem, mais lavado e limpo ele próprio ficará. Ele sabe bem que depois de sete breves e transitoriais nascenças, o Nirvana lhe pertencera…

H. P. Blavatsky


“Mas se vieste preparado, então não temas nada

H. P. Blavatsky


“Prepara-te, porque terás de seguir sozinho, O mestre só pode apontar a direção. O caminho é um para todos, o meio de chegar à meta deve variar de peregrino para peregrino”

H. P. Blavatsky


“Se queres possuir o seu caminho, tens de ter a tua mente, as tuas percepções mais do que nunca livres da ação mortal

H. P. Blavatsky


“Antes que a chama dourada possa arder com um brilho firme, deve a lâmpada estar guardada num lugar livre de toda a aragem”. Exposta à brisa volúvel, a chama tremerá, e, tremendo, lançará sombras enganosas, negras, e sempre variantes, sobre o sacrário branco da Alma.

H. P. Blavatsky


“Kundalini, o poder serpentino ou fogo místico; chama-selhe o poder serpentino ou anelar por causa do seu progresso ou caminho espiraliforme no corpo do asceta que está desenvolvendo em si esse poder. É um poder oculto ou foático elétrico e ígneo, a grande força primitiva que está por dentro de toda a matéria orgânica e inorgânica”

H. P. Blavatsky


“É do botão da renúncia da sua própria personalidade que nasce o fruto doce da libertação final”

H. P. Blavatsky


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