Livro ‘Ego transformado’ por Timothy Keller

Livro 'Ego transformado' por Timothy Keller
A Humildade que Brota do Evangelho e Traz a Verdadeira Alegria
Quais são as marcas de um coração sobrenaturalmente transformado? Essa é uma das questões sobre as quais o apóstolo Paulo trata quando escreve à igreja de Corinto. O interesse real dele não é algum tipo de reparo ou remendo; antes, uma mudança profunda, capaz de transformar a existência. Numa era em que agradar as pessoas, insuflar o ego e montar o curriculum vitae são vistos como os meios para "chegar lá", o apóstolo nos chama a encontrar o verdadeiro descanso na bênção que é nos esquecermos de nós mesmos. Neste livro breve e contundente, Timothy Keller mostra que a humildade que brota do evangelho... 
Capa comum: 48 páginas
Editora: Vida Nova; Edição: 1 (1 de janeiro de 2014)
Idioma: Português
ISBN-10: 8527505924
ISBN-13: 978-8527505925
Dimensões do produto: 17,6 x 11,6 x 0,4 cm
Peso de envio: 59 g

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Leia trecho do livro

Tim Keller sabe que a liberdade individual só é encontrada quando nos enxergamos do ponto de vista da pessoa e da obra do Senhor Jesus Cristo. Leia este livro e experimente essa liberdade.

Paul David Tripp,
presidente do ministério Paul Tripp Ministries

Neste proveitoso livrete, o dr. Keller traça um retrato instigante daqueles que são verdadeiramente humildes segundo o evangelho e que estão tão comprometidos com seu Senhor, que se libertaram da necessidade constante de pensar em si mesmos. Fomos desafiados por essa mensagem e oramos para que o mesmo aconteça aos demais leitores.

Christopher e Carolyn Ash,
The Cornhill Training Course, Londres

Pequeno, porém grandioso! Um livro verdadeiramente libertador para todos os que se preocupam com o que as pessoas pensam ou já se viram enredados em algum conflito. Você encontrará uma explicação para sua vida e depois passará a percorrer o caminho da liberdade.

Tim Chester,
criador e diretor de The Porterbrook Institute

Sumário

A liberdade resultante do autoesquecimento

1 A condição natural do ego humano

2 A visão transformada do eu

3 Como alcançar uma visão transformada do eu

Considerações e perguntas para reflexão

A liberdade resultante do autoesquecimento

Quais são as marcas de um coração radicalmente transformado pela graça de Deus? Se confiamos em Cristo, como deve ser o nosso coração? Não estou me referindo aqui apenas ao comportamento moral. É perfeitamente possível fazermos uma série de ações moralmente virtuosas quando temos o coração cheio de medo, de orgulho ou de sede de poder. Tenho em vista corações que foram transformados, na raiz, pela graça de Deus — e como isso se concretiza no dia a dia.

Vamos nos concentrar em um trecho da Primeira Carta de Paulo aos Coríntios (3.21—4.7).

Portanto, ninguém se glorie nos homens, porque todas as coisas são vossas. Seja Paulo, seja Apolo, seja Cefas, seja o mundo, a vida, a morte, as coisas presentes, as futuras; todas as coisas são vossas, e vós sois de Cristo, e Cristo, de Deus. Assim, os homens devem nos considerar servos de Cristo encarregados dos mistérios de Deus. Além disso, o que se requer de pessoas assim encarregadas é que sejam encontradas fiéis. No entanto, pouco me importa se sou julgado por vós, ou por qualquer tribunal humano; de fato, nem eu julgo a mim mesmo. Pois, embora eu esteja consciente de que não há nada contra mim, nem por isso me justifico, pois quem me julga é o Senhor. Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não só trará à luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os motivos dos corações. Então cada um receberá seu reconhecimento da parte de Deus. Irmãos, apliquei essas coisas a mim e a Apolo, por causa de vós, para que aprendais por nosso intermédio a não ir além do que está escrito, de modo que nenhum de vós se encha de orgulho em favor de um contra o outro. Pois, quem te faz diferente dos demais? E o que tens que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te orgulhas, como se não o tivesse recebido?

Havia divisão em toda a igreja de Corinto, a qual fora fundada por Paulo. Mas, como percebemos nas referências a Apolo e a Cefas, outros evangelistas estiveram mais tarde na cidade. Consequentemente, diferentes pessoas desenvolveram vínculos com diferentes ministros de projeção. Assim, um membro da igreja havia sido guiado e discipulado por Paulo, outro havia sido discipulado e nomeado como líder por Apolo (também um grande mestre) e assim por diante. Em vez de os coríntios se alegrarem por se relacionar com Paulo ou com Apolo, agora se valem desses relacionamentos como trampolim para um jogo de poder. Surgiram facções, e essas divisões fragmentaram a igreja. Um reivindica o direito de ser líder porque foi discipulado por Paulo, o apóstolo por excelência; outro, por ser amigo íntimo de outro mestre importante. E assim por diante.

Nessa passagem, Paulo mostra que a causa da divisão é o orgulho e a vanglória. Esse é o motivo dos desentendimentos, da falta de paz no mundo e das inimizades entre as pessoas. Observe: o versículo 21 já começa advertindo: “… ninguém se glorie…”. E o texto de 4.7 traz a pergunta “… por que te orgulhas…?”. Observe também o versículo 6, especialmente na advertência para que ninguém se “… encha de orgulho em favor de um contra o outro”.

“Nada de orgulho, nada de vanglória”, diz Paulo. Desse modo, a qualidade que buscamos é a humildade. Isso nos leva a um tema bastante interessante: o da autoestima.

Até o século 20, as culturas tradicionais (assim como a maioria das culturas do mundo) sempre acreditaram que a autoestima elevada demais era a causa de todos os males da sociedade. O que provoca a maior parte dos crimes e da violência? Por que as pessoas são maltratadas?

Livro 'Ego transformado' por Timothy Keller


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