Livro ‘Conexão com o Bebê’ por Gabriela Lacerda

Livro 'Conexão com o Bebê' por Gabriela Lacerda
Antes, durante e após a gestação
Após sucesso do Bendizer: o livro das tentantes numa visão espiritual, a autora Gabriela Lacerda traz mais ensinamentos curativos para mulheres que desejam ser mães conscientes. Segundo a autora, o bebê chega até a sua mãe antes mesmo da concepção. Em outra dimensão, ele acompanha os seus passos até que haja a conexão perfeita para uma aproximação aqui no plano físico. É sobre essa ligação tão especial e genuína, que também perpassa pela gravidez e após o parto, que ela explora neste novo livro recheado de espiritualidade e amor. Se você é tentante, gestante ou já é mamãe, prepare-se para refletir sobre a sua jornada...
Editora: Simplíssimo (1 de outubro de 2019)  Idioma: Português  Páginas: 154  ISBN: 9788582457283

Leia trecho do livro

Para os meus filhos, Gael e Benício, que prontamente se conectaram com o meu coração cheio de amor.


Dedico este livro a todas as mulheres que desejam ser mães, tendo consciência da sua contribuição para uma sociedade mais amorosa
.

Agradecimento especial

Ao meu mentor espiritual, que me conduziu divinamente até os meus filhos, no berço da Criação, me mostrando que a vida é tão sobrenatural quanto os nossos sonhos. Jamais esquecerei .

Gabby: − Gael, antes de você chegar aqui em nossa família, você estava onde?
Gael: − Eu estava no céu. Aí, eu e Benício estávamos dentro de um cristal. Eu disse ao Benício: “Eu vou primeiro”. Só cheguei aqui quando mamãe tomou injeção na barriga .
Gabby: − E por que você veio?
Gael: − Porque eu queria. Porque Deus liberou. E mamãe dizia: “Deus, cadê meu filho? Me mande meu filho”. Aí eu ouvia você falando .
Gabby: − E você se sentia como, quando mamãe dizia isso?
Gael: − Eu ficava emocionado .
Gabby: − E por que você escolheu mamãe?
Gael: − Mamãe é linda… Eu vim por causa da minha mamãe. E minha Dinda me ajudou .
Gabby: − Quem é sua dinda Gael? Você não tem dinda (
ele não é batizado).
Gael: − Minha dinda Francisca (suponho que seja minha avó materna, que desencarnou quando eu tinha 16 anos e que foi a pessoa que apareceu como sinônimo de amor, quando fiz a técnica de renascimento)

Gael Lacerda Monteiro – 4 anos

Apresentação

Após escrever o Bendizer: o livro das tentantes numa visão espiritual , faz-se necessário compartilhar ensinamentos ainda mais profundos para quem deseja ser mãe e acredita numa jornada espiritual, aquela que vai além do corpo físico. Portanto, se você é tentante e ainda não leu o Bendizer, sugiro que você faça isso antes de iniciar os estudos das próximas páginas e as práticas metafísicas da presente obra.

Digo isso porque tanto o arcabouço teórico quanto os exercícios do livro Bendizer funcionam como o cimento, ou seja, a nossa base de conexão com o nosso bebê antes mesmo dele chegar em nosso ventre. Afinal de contas, defendemos a ideia de que o seu filho já existe no berço da Criação – isso independe da forma como ele chegará até você (natural, reprodução assistida ou adoção).

Por ser uma criança da Nova Era, com alto poder espiritual, precisa encontrar a vibração perfeita para chegar nesta dimensão e isso significa que você deverá emitir uma frequência magnética elevada, de puro amor, para que o seu tão sonhado filho consiga se aproximar, fixar-se e se desenvolver perfeitamente em seu ventre.

Daí a necessidade de purificar o seu coração, abandonando emoções e hábitos nocivos que minam o seu campo energético, como medo, maledicência, raiva, culpa etc.

Se você já leu e fez o fichamento do Bendizer, selecionando os principais conceitos do livro, bem como realizou as 21 práticas sugeridas até incorporá-las em sua rotina, você está pronta para começar uma linda jornada de conexão com o seu bebê ainda no berço da Criação. Se você está aqui, com esse livro nas mãos, não tenha dúvidas de que foi um movimento do seu filho para ajudá-la neste tão esperado e amado encontro que ocorrerá em breve.

Apenas lhe peço que não duvide do seu poder espiritual e da sua guiança. Entregue-se e veja a linda cortina que irá se abrir, mudando a sua jornada para sempre.

Se você já está grávida, tome posse do seu momento tão sagrado. Aqui, a gestação é vista numa perspectiva completamente divina, cuja relação mãe-bebê é apenas uma só. Portanto, você será convidada a incorporar em seus dias práticas que vão estreitar ainda mais essa fusão tão singular.

Não indicamos que faça os exercícios sobre perdão, que realizaremos nesta obra para manter o seu bebê longe de qualquer excesso de carga emocional negativa. Quando iniciamos um trabalho como esse, não sabemos qual gatilho será despertado, então, peço que pule essa parte com toda consciência que lhe cabe.

Não tenho dúvidas de que esse livro facilitará a história que você e seu filho já estão construindo antes mesmo do parto. A vida intrauterina é basilar na caminhada de qualquer ser humano, por isso cuide muito bem da jornada de quem confiou em você a sua orientação por aqui.

O mesmo digo a você que já é mamãe e deseja aprender formas de se conectar com o seu filho. Fico feliz em saber que você reconhece a necessidade dessa continuação pós-vida no útero. Esse vínculo que liga a mãe e o filho deve ser cuidado para todo o sempre, por isso, não abrimos mão de compartilhar com você, mamãe, exercícios que vão aproximá-los ainda mais. Parabéns pelo seu olhar amoroso. A sociedade agradece. É um privilégio estar com vocês neste momento. Gratidão pela confiança. Somos todos um!

Com amor, gratidão e leveza,

Gabby Lacerda

Introdução

De onde vem a sua vontade de ser mãe? Você já se fez essa pergunta? Na minha história de vida, ela sempre se mostrou presente por meio das brincadeiras com bonecas e peças de teatro da escola. Sempre me imaginei adulta com filhos. Numa visão terrena, certamente posso dizer que tive influência cultural e toda a sua representação sobre família. Numa perspectiva metafísica, sei que já estava no meu programa de vida.

A minha crença espiritual traz como informação primordial a ideia de que há um plano divino que nos conduz a essa vontade de ser mãe, uma espécie de programa, que nos leva a atrair as circunstâncias necessárias para a realização da maternidade (e pode ocorrer por diversas formas, como veremos a diante). Não existe nada solto no Universo. Toda a nossa história perpassa pela consciência crística, e quando nos conectamos a ela, tudo flui.

Com a maternidade não é diferente. Podemos encontrar alguns obstáculos no caminho – doenças, parceiros/parceiras abusivos, estilo de vida nocivo etc. –, mas, quando existe o DNA materno, tudo irá cooperar para a realização desse desejo, que pode ser via natural, reprodução assistida, adoção ou o ato de cuidar de alguém sem precisar recorrer ao rótulo de mãe.

Nesse sentido, ressaltamos que o filho vem para essa dimensão atraído pela energia da mãe, o que não significa dizer que a atuação do pai não seja importante. É muito, porém a criança da Nova Era precisa sentir segurança daquela que irá recebê-lo em seu ventre ou já no lar, em casos de adoção, porque ela já não precisa e nem deseja mais viver nesta dimensão como sobrevivente. E isso acontece quando há desamor materno (violência, abusos, chantagens, vícios etc.).

Desde quando recebi o diagnóstico de infertilidade masculina, tinha a certeza de que era um chamado espiritual. Um chamado é sempre a maneira amorosa que a vida lhe convida para repensar as suas escolhas, seu propósito e sentido da vida. Algumas pessoas vão ser convocadas por meio de algum acidente grave, outras por falta de dinheiro, câncer, entre outros. Aqui em casa, esse convite veio por meio da possibilidade de não ter filhos de forma natural.

Ao abrir o espermograma de meu marido e encontrar um exame completamente alterado, fui imediatamente “tomar um ar puro” na empresa em que trabalhava. Olhei para o céu, meu lugar seguro, e pensei: “Senhor, eu sei que há algo que preciso aprender nisso. Estou disposta a aprender. Me mostre, por favor”.

Abracei a minha humildade e tomei as providências físicas – agendar um urologista e depois um especialista em reprodução humana – e metafísicas, na época, participar de um grupo de crescimento no Centro Espírita que já frequentava, me submeter a cirurgias espirituais com meu marido e reforçar o Evangelho no Lar, baseado nos ensinamentos de Allan Kardec.

A essa altura, já conversava com meu filho no mundo espiritual. Dizia a todo tempo: “Filho, me mostre o que preciso fazer para lhe ter aqui comigo”. Durante o Evangelho que fazia sozinha, no quarto, sempre encerrava com uma oração pedindo a Deus misericórdia e conversando diretamente com o nosso bebê.

Eu me sentia preenchida por uma presença sobrenatural e logo que me coloquei nesse movimento de busca por uma conexão interdimensional, comecei a ter rapidamente as respostas que precisava para a minha jornada.

A primeira delas veio quando meu marido, Thiago, recebeu uma mensagem psicografada do mentor da casa espírita que fazíamos o tratamento, dizendo que “só a cirurgia espiritual não seria suficiente e que seria necessário buscar outros recursos”. A pessoa que entregou a ele o papel com a condução espiritual logo fez a leitura: “Você vai precisar adotar. É um karma, portanto, a sua paternidade virá de filhos adotivos”.

A segunda veio diretamente para mim, quando a voluntária que me orientava neste mesmo centro, me disse: “Há uma criança em seu campo. Você vai engravidar”. Se para o meu marido a espiritualidade informou que não seria de forma natural e, para mim, aquela pessoa tão doce me dizia que havia um ser em outra dimensão me desejando como mãe, logo percebi que precisava avançar ainda mais neste movimento de autocura. A meu ver, aquelas informações precisavam se encaixar.

Meu marido logo sugeriu que fôssemos no outro centro em que ele sentia ser mais familiar. Agendamos uma consulta, cada qual com uma atendente, e após relatarmos a nossa situação recebemos a mesma resposta: “Vocês precisam adotar. Quando há esse problema é porque vocês não nasceram nesta vida para ter filhos. Há muita criança no mundo precisando de uma família”.

Ao ouvir aquelas palavras, meu coração contraiu. Meu marido sentiu o mesmo. Era como se aquela orientação não casasse com a nossa história, mesmo tendo consciência de que a adoção sempre foi um assunto que tratamos com muita leveza e amorosidade em nossa casa, antes mesmo do diagnóstico.

Os dias foram passando e eu continuava em busca de repostas. Lembro-me de que passei a pedir a Deus: “Me envia, Senhor, os ensinamentos de que preciso para ter meu filho aqui comigo. Confia, em mim, por favor”. Posso lhe garantir que uma oração sincera reduz qualquer distância com o Criador de tudo o que é. Bastou clamar com vontade e humildade para que Ele me direcionasse para o que realmente estava escrito em meu programa espiritual.

Comecei a me sentir mal ao continuar frequentando os encontros semanais do grupo de crescimento do Centro Espírita que íamos. Eu chegava em casa pesada, negativa, angustiada, hipocondríaca. Tomei a decisão de não ir mais, mesmo meu marido preferindo ficar.

Na semana seguinte, veio a luz que tanto desejei. Fui comprar um livro para uma amiga que acabara de receber um diagnóstico de uma doença grave e a vendedora me indicou um livro intitulado Você pode curar sua vida, de uma autora estadunidense chamada Louise Hay. Segundo ela, era um dos livros mais vendidos no mundo e essa autora era considerada pioneira na relação mente e corpo.

Mesmo com todas as indicações, fiquei presa ao título. Disse a funcionária da loja que não me sentia confortável em presentear minha amiga com a obra indicada e que ia levar algum livro sobre meditação.

Enquanto dirigia, retornando para casa, aquele nome não saía da minha mente: Louise Hay. Recordo-me que dizia a mim mesma: “Louise Hay. Não posso deixar de pesquisar sobre ela na internet”.

Assim que cheguei na minha residência fui direto para o computador para saber mais sobre quem era essa mulher que ensinava sobre autocura. Encontrei um material vasto sobre a jornada dela e seus livros. Fiquei encantada e na mesma hora veio aquela mensagem interior: “Você encontrou o ensinamento que tanto procurava para conseguir ser mãe”.

Continuei a ler os trechos no computador e dizia ao mesmo tempo: “Entendi tudo, entendi tudo. Obrigada, Deus”. Peguei o carro novamente e retornei para aquela mesma livraria. Comprei todos os livros que tinham de Louise Hay, em 2013, e minha vida mudou completamente após colocar em prática todos os exercícios que ela indicava. Contei com detalhes no livro Bendizer.

Compartilhei na mesma hora com meu marido a grande descoberta, dizendo: “Encontrei todas as respostas que procurava. A partir de hoje, vou me dedicar aos estudos metafísicos. Não vou mais ao centro espírita nem para assistir às palestras. Meu coração está pedindo para seguir esse novo caminho”.

Ele achou aquilo muito esquisito e tudo foi ficando ainda mais estranho quando chegaram até a mim os estudos sobrenaturais de diversos outros autores, como Deepak Chopra, Paramahansa Yogananda, Eckhart Tolle, Ingrid Cañete, Cristina Cairo, Thich Nhat Hanh, Marianne Williamson, Osho, Catherine Ponder, Gregg Braden, Florence Shinn, Emmet Fox, Norman Vincent Peale, Joseph Murphy, entre tantos outros.

Nesse momento, eu já estava completamente mergulhada na visão de Teilhard de Chardin ao afirmar que “somos seres espirituais, vivendo uma experiência humana”. Thiago começava a se preocupar, me achando distante e antissocial. Espalhou para a família dele que eu tinha virado budista, criticava tudo o que lia e dizia: “É muita baboseira”.

Eu seguia firme e forte. Estava anestesiada de amor pela vida, por mim, pelo meu filho no berço da Criação. Tudo aquilo que estava lendo fazia tanto sentido para mim, que fui me transformando de dentro para fora.

Primeiro, passei a desvalorizar o que realmente não tinha valor. Tudo ao meu redor passou a ser ressignificado. Já não ia mais a lugares em que não era bem recebida, independentemente do vínculo familiar. Dedicava todo o meu tempo livre aos estudos e práticas espirituais. Eu me sentia flutuando de tamanha energia pueril em cada parte do meu corpo.

Com toda essa atmosfera inocente e leve, passei a receber sinais por todas as partes. Eu sentia que estava sendo guiada de forma tão assertiva que nenhuma opinião era mais importante do que a comunicação que tinha com a minha espiritualidade.

Algumas pessoas tentaram me indicar médicos, outras clínicas de fertilização in vitro, melhor período para fazer o tratamento ou se deveria partir para adoção. Coloquei tudo no mudo e fui ouvir o meu Deus.

Um belo dia, acordei com uma mensagem bem clara: “Tome a frente do tratamento”. Entendi imediatamente o recado, já que tinha deixado meu marido bem à vontade no retorno ao médico após a cirurgia de varicocele.

Bastou chegar esse comunicado espiritual e já fui ligando para o urologista e agendando também com a especialista na clínica de reprodução assistida. Estava tudo sincronizado. Quase um mês depois, iniciamos as injeções para estimulação dos óvulos e vinte dias depois já estava com o positivo do amado Gael em mãos.

Com nosso segundo filho, Benício, não foi diferente. Acordei com a minha espiritualidade dizendo: “Tem um bebê esperando por você”. Nessa época, meu marido queria ir para a Disney, já que tínhamos acabado de renovar com o laboratório mais um ano de manutenção do único embrião que estava congelado por três anos. Mais uma vez, me mantive conectada com a divindade e fui seguindo tudo com muita obediência.

Após agendar consulta com a minha médica de reprodução assistida para saber sobre a qualidade desse único embrião que ficou do meu primeiro tratamento de fertilização in vitro, fui orientada a transferi-lo no próximo ciclo, depois de apresentar o resultado dos exames solicitados. E assim fiz. No mês seguinte, já estava grávida de Benício. Gratidão que chama.

Por ter dado tão certo e ter tido uma condução espiritual tão linda, resolvi escrever o Bendizer e agora essa obra para encurtar o seu caminho. Algumas leitoras do primeiro livro enviaram mensagens dizendo que minha jornada foi fácil, porque não tive intercorrência, doenças diagnosticadas e nem perdas gestacionais. Volto a dizer: não tenho dúvidas de que toda essa “facilidade” veio da minha humildade, obediência e prática aos ensinamentos espirituais.

Além disso, reforço que precisei lidar com questões emocionais muito profundas durante a minha jornada de tentante e que se não tive sequelas físicas, (doenças e perdas gestacionais) foi resultado de um processo de purificação muito intenso, dentre eles, parar de julgar a jornada do outro. A sua dor não é maior do que a de seus pares. Dor é dor.

Eu realmente acredito que é preciso fortalecer a tríade “mente, corpo e espírito”, seguindo uma ordem bem clara: purifique seus pensamentos e seu coração, abençoe seu médico, seguindo as orientações dele, e se conecte com o seu bebê no plano espiritual, em seu ventre e em seus braços.

No livro Bendizer, ensinei você a realizar as duas primeiras etapas com bastante afinco; agora chegou a vez de você aprender de forma mais aprofundada como estabelecer essa conexão com seu filho antes, durante e após a gestação.

No primeiro capítulo, falaremos sobre os impactos do medo na conexão com o bebê. Esse é o primeiro movimento que se deve abandonar na hora de estreitar um relacionamento com o seu filho. Você será guiada a escolher sempre o amor.

No segundo capítulo, abordaremos a necessidade de abandonar padrões negativos. Quando mantemos esses tipos de comportamentos, estamos dizendo ao nosso filho que ele será um sobrevivente, ou seja, precisará encontrar recursos próprios para se manter nesta dimensão, já que sua mãe ainda não está na frequência em que precisa, recheada de amor.

No terceiro capítulo, o foco é compreender que tudo é energia, portanto, faz-se necessário cuidar dos nossos pensamentos e vibrações. Semelhante atrai semelhante, sendo assim, para atrair uma criança da Nova Era com alto poder espiritual, precisamos cuidar do nosso campo energético.

No quarto capítulo, enfatizaremos o perfil das crianças que estão chegando nesta dimensão: quem são elas, o que elas desejam, quais são as suas expectativas, entre outros.

No quinto capítulo, vamos ampliar a nossa consciência em torno do universo da tentante, gestante e maternidade. Tudo isso para que você possa ter mais clareza na sua maternagem, de forma que venha a facilitar o trabalho da espiritualidade e contribuir para uma sociedade mais amorosa.

Nos capítulos seguintes, você aprenderá a se conectar com seu bebê no plano espiritual, durante a fertilização in vitro, caso faça parte da sua história, no decorrer da sua gestação e após o nascimento. Não tenho dúvidas de que trilharemos juntas uma linda jornada.

fim da amostra…

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