Livro ‘Linguagem da Destruição’ por Heloisa Murgel Starling

PDF Excerpt 'Linguagem da Destruição' por Heloisa Murgel Starling
A democracia brasileira em crise
Uma análise do bolsonarismo sob o prisma da história, da filosofia e da ciência política. Partilhando a ideia de que o plano de poder de Bolsonaro é pautado pela destruição, Heloisa Starling, Miguel Lago e Newton Bignotto investigam, cada qual sob uma perspectiva, mas em constante diálogo, a atuação do bolsonarismo e seus efeitos para a democracia. O ensaio de Starling aborda o agudo reacionarismo do grupo político no poder, procurando compreender sua constituição histórica e antecedentes. Lago trata da resiliência de Bolsonaro a partir das armadilhas de seu discurso, considerando a dificuldade de se estabelecer uma oposição eficaz e os impactos da hiperconectividade e do neopentecostalismo...
Editora: ‎Companhia das Letras; 1ª edição (11 abril 2022)  Páginas: 200 páginas  ISBN-10: 6559212173  ISBN-13: 978-6559212170  ASIN: B09SGM97YV

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HELOISA MURGEL STARLING é historiadora e cientista política, professora titular da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É autora de Os senhores das gerais (1986), Lembranças do Brasil (1999), Brasil: Uma biografia (2015), com Lilia Moritz Schwarcz, República e democracia: Impasses do Brasil contemporâneo (2017) e Ser republicano no Brasil colônia (2018), entre outros. MIGUEL LAGO é cientista político formado em Sciences Po Paris, mestre em administração pública pela mesma instituição. Fundou e presidiu a rede de mobilização Meu Rio e o Nossas, laboratório referência em CIVIC-TECH na América Latina. É colunista da revista piauí e professor visitante da School of International and Public Affairs da Universidade Columbia, em Nova York, e da École d’Affaires Publiques de Sciences Po Paris. NEWTON BIGNOTTO é doutor em filosofia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales e professor do departamento de filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É autor, entre outros, de Origens do republicanismo moderno (2001) e Maquiavel (2003).

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