
A experiência do autor na Petrobras evidencia os efeitos negativos da interferência estatal em uma empresa de grande porte, especialmente em atividades típicas da iniciativa privada. Essa ingerência compromete o crescimento econômico, transformando-se em um obstáculo ao desenvolvimento e gerando mais pobreza. Sob controle do Estado, a Petrobras sofre com má gestão, desperdício de recursos e ineficiência. A privatização surge como a alternativa mais viável para maximizar sua eficiência, permitindo que a empresa opere em um ambiente de maior competitividade e sem os entraves típicos da administração pública. Dessa forma, a economia brasileira poderia se beneficiar de um cenário mais dinâmico e produtivo, reduzindo sua fábrica de pobres.
Editora: LVM Editora; 1ª edição (28 outubro 2024); Páginas: 304 páginas; ISBN-13: 978-6550522469; ASIN: B0DHLV3XK9
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Biografia do autor: Roberto Castello Branco é doutor em Economia pela FGV, com pós-doutorado em Economia. Foi professor e diretor na FGV, além de possuir vasta experiência executiva. Atuou como presidente do IBMEC, diretor de bancos e da Vale S.A., e foi membro do Conselho de Administração de empresas como Vale e Petrobras. Também foi diretor do Banco Central do Brasil.
Resumo: A interferência estatal na Petrobras gera ineficiência, desperdício e compromete o crescimento econômico. A privatização é a melhor solução para melhorar sua gestão e impulsionar a economia do país.
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